sábado, 21 de junho de 2025


 



 


 

sábado, 7 de junho de 2025

## São João de Natal: Quando os Carros Ganharam o Show do Calcinha Preta *Por Zona Norte Tv, 7 de junho de 2025* O São João de Natal, tradicionalmente um celeiro de alegria, forró e cultura nordestina, viveu na noite de (07/06) um episódio emblemático de má gestão e prioridades invertidas. O tão aguardado show da banda Calcinha Preta, um dos principais atrativos da festa, transformou-se em um estudo de caso sobre como *não* se deve organizar um evento público de grande porte. O motivo? Uma decisão logística da Prefeitura de Natal que privilegiou veículos sobre pessoas, culminando em centenas – talvez milhares – de fãs frustrados do lado de fora do recinto, sem ver, apenas ouvindo de longe   a bamda. **O Cerne da Questão: Estacionamento vs. Público** Relatos consistentes de frequentadores e imagens que circulam nas redes sociais pintam um quadro desolador: uma área desproporcionalmente grande do espaço disponível, especificamente o estacionamento do evento, foi reservada para abrigar veículos. Enquanto carros ocupavam terreno valioso, o espaço efetivo destinado ao público que pagou para assistir ao show (ou que acessou gratuitamente o São João) foi drasticamente reduzido. O resultado foi inevitável: o limite de capacidade foi atingido rapidamente, muito antes da banda subir ao palco. **A Frustração Fora dos Portões (e dos Telões)** Quem chegou um pouco mais tarde, disposto a aproveitar a festa, deparou-se com portões fechados e uma realidade cruel: estavam *fisicamente* excluídos do espetáculo que foram ver. A indignação, no entanto, não parou aí. Mesmo aqueles que conseguiram adentrar o espaço relataram outra falha gritante: os **telões** de transmissão – ferramenta essencial em eventos de massa para garantir visibilidade aos que estão mais distantes – eram **minúsculos** e insuficientes. A promessa de "assistir de qualquer ponto" esbarroou-se diante de telas diminutas, perdidas na vastidão do local e incapazes de proporcionar uma experiência minimamente satisfatória para quem não estava nas primeiras fileiras. **Prioridades Invertidas: Um Desrespeito ao Freguês e à Cultura** A decisão da Prefeitura em alocar tanto espaço para estacionamento em detrimento da área de show revela uma lógica perversa: 1. **Segurança e Conforto em Segundo Plano:** Ao superlotar a área disponível ou deixar pessoas do lado de fora aglomeradas sem visão, cria-se um risco desnecessário à segurança e anula-se o conforto básico que o cidadão espera. 2. **O Objetivo do Evento é Desvirtuado:** O São João é, antes de tudo, uma festa *para as pessoas* vivenciarem a cultura. O show de uma banda como o Calcinha Preta é um ímã popular. Priorizar o estacionamento é sinalizar que a comodidade de quem *chega de carro* vale mais do que o direito de quem *veio para o show* de efetivamente assisti-lo. 3. **Desperdício de Recurso Público:** Investe-se pesado na contratação de grandes atrações, na infraestrutura do evento, e depois falha-se no elemento mais básico: permitir que o público usufrua do que foi oferecido. É um desperdício de dinheiro público e de oportunidade cultural. **O Grito do Povo: Mais do que Frustração, um Pedido de Respeito** Os comentários nas redes sociais foram unânimes: raiva, decepção e sensação de terem sido enganados. "Paguei ingresso e fiquei ouvindo o show do lado de fora, sem ver nada", relatou uma espectadora. "Os telões eram um ponto minúsculo, ninguém via nada além das costas das pessoas na frente", desabafou outro. O episódio transcende a mera falha logística; fere o princípio fundamental de qualquer evento público cultural: a **acessibilidade** e a **experiência satisfatória** do público. **Lições para o Próximo São João (e para a Gestão Pública)** O fiasco do show do Calcinha Preta deve servir como um alerta sonoro para a Prefeitura de Natal: * **Planejamento Centrado no Público:** A área do show deve ser prioridade máxima, calculada com base na capacidade esperada e na necessidade de visão e conforto. Estacionamento é necessário, mas nunca à custa do espaço vital do evento. * **Infraestrutura Adequada:** Telões de transmissão não são luxo, são obrigação em eventos de grande escala. Devem ser grandes, numerosos e posicionados estrategicamente para atender a todo o público. * **Transparência e Contingência:** Comunicar claramente a capacidade e ter planos B para quando o limite for atingido (como áreas de overflow com boa transmissão) são essenciais. * **Ouvir a População:** O clamor das redes sociais e dos frequentadores é um termômetro valioso. Ignorá-lo é repetir erros. O São João de Natal tem potencial para ser uma das maiores festas do país. No entanto, episódios como o de este mancham sua imagem e desrespeitam justamente aqueles que dão vida à festa: o povo. É preciso lembrar que uma festa popular existe, antes de tudo, *para o povo*. Espera-se que os "telões" fiquem do próximo ano sejam à altura do tamanho do forró e do respeito que os natalenses e visitantes merecem. Priorizar carros sobre pessoas não é apenas má gestão; é perder o verdadeiro espírito de São João. Além de uma enorme falta de respeito com a população.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

    O STF em 2014 alterou o prazo para ajuizamento de açãoes reclamatórias de parcelas do FGtS não recolhidas, que era de 30 anos para apenas 5 anos, porém existe uma modulação nos efeitos desta decisão que garante o prazo trintenário em alguns casos.veja o vídeo e tire suas dúvidas.
     você trabalhador do RN pode tirar suas duvidas nos enviando um e-mail. (ricardocspaulino@gmail.com) teremos a maior satisfação em esclarecer suas dúvidas. 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

       Na manhã desta quarta feira (21/02) em entrevista a uma emissora local o atual governador falou a respeito de várias coisas inclusive sobre reeleição..onde afirmou que não era candidato até o momento a reeleição porém como todo politico do RN que se preza disse "eu quero trabalhar...no momento quero continuar trabalhando" mais ou menos nesse sentido o trocadilho; para um bom entendedor todas as vezes que um politico norte riograndense disse que era hora de trabalhar que não era o tempo de anunciar se era candidato ou não findou sendo.  

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